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FLORES NO MEU CAMINHO

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Numa prova de que a idade não importa, Maria José Gabirra, diz-nos que é sempre possível construir, através da escrita, palavras ditadas pelo coração e que a verdadeira essência das coisas se encontra escondida no seio de pequenos versos. A sensibilidade de uma autora que usa a poética das palavras para descrever sentimentos.

 

SANTO SUBITO

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Chico Buarque escreveu Budapeste sem ir a Budapeste - há que escrever Chico Buarque sem ir a Chico Buarque (Aos Biógrafos, pág. 85). Miguel-Manso [Almeirim, 1979] assume-se como autor e editor desta publicação, editada em 2010. «Santo Subito - os carimbos de Gent». Em Manso leia-se, dedico-me ao poema como um homem velho se dedica a um vaso com flores (Janela, pág.41). A Poesia é para ser lida... e sentida, como Miguel-Manso nos sugere no Acto de Contrição.

 

CÂNTICO À MINHA TERRA

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Segundo Francisco Henriques [no seu prefácio] este livro de sonetos explica-se de forma clara; “este foi o livro que sempre desejei escrever” (…) ”inteiramente consagrado a Almeirim”. Personalidade multifacetada, quase renascentista, escreveu teatro, desenhou vinhetas e foi respeitado charadista, mas foi na poesia que FH se mostrou ímpar. Numa frase singular, Francisco Henriques, resume também, a sua visão filosófica da vida; “O ideal humano é como o horizonte, que se afasta à medida que dele nos aproximamos”. Este livro é um hino à terra onde nasceu e “uma apaixonada declaração de amor a Almeirim”. Aborda a história e as personalidades locais, a religião, a amizade e a família que o enquadrava, e usa de um humor fino para caricaturar personagens que marcaram a vida das gentes locais.

 

PALCO E PRESÉPIO - uma histórica peça teatral e 36 sonetos de Natal

Composto por duas partes distintas, este é o primeiro livro de “capa rija” da obra deste autor. Apresenta uma peça de teatro histórico baseada na vida da corte em Almeirim, passível de “subir à cena” e completa-se com um conjunto de sonetos - aqui publicados em conjunto - sobre o Natal. O pendor fatalista e romântico dos sonetos, originalmente escritos para  o quinzenário local “O Almeirinense”, por altura das comemorações do nascimento de Cristo, deixam transparecer de forma brilhante, as emoções de um autor que sempre soube sintetizar, através da escrita, os ditames ou as fraquezas do coração.

 

ALMEIRIM, MINHA TERRA, MEU ENCANTO

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Quem não se lembra dos versos expostos na montra da sua retrosaria, num engraçado apelo, às novidades da estação? Era assim que António Fulgêncio nos dava a conhecer, escritos com caligrafia requintada, em pequenos pedaços de cartão, por entre as peças de tecido, a sua veia poética. Esta publicação, promovida por uma Comissão Municipal para a Cultura que integrava um conjunto de amigos que lhe reconheciam o mérito e editada pela Câmara de Almeirim, reune muitos dos curiosos versos do Senhor Fulgêncio.

 
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